quinta-feira, 16 de julho de 2009

A menina que roubava revistas...

Desculpem o trocadilho, mas depois de ler o livro há alguns meses atrás achei que me encaixaria perfeitamente na história, olhem o que me aconteceu:

Estava eu no escritório, terça feira, depois do almoço quando uma misteriosa febre me acometeu, fiquei tão mal que precisei ir ao hospital (fica a duas quadras do escritório) fui com a minha amiga do trabalho. Conversa vai, conversa vem, sou atendida, tomo duas injeções e fico na recepção esperando meu maridinho ir me buscar para ir embora, quando me deparo com a Revista Veja São Paulo com um super especial sobre economia em casamentos, comecei a ler a revista rezando para o meu marido não chegar, quando derrepente ele chega (música triste) eu falo para minha amiga: Acho que vou levar essa revista embora (não sou cleptomaniaca, juro!) mas meu senso de boa moça não deixou e não levei, mas não tinha terminado de ler.
Aí resolvi procurar na internet (minha salvação) essa matéria, achei completa e resolvi dividir com vocês, quem quiser pode ir direto no site (
http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicoes/2111/casamento-ponta-lapis-467348.html).
Vou dividir em alguns posts para não deixar enooooooooooorme!
Beijos!

ESPECIAL
Casamento na ponta do lápis


Em média, 60 000 matrimônios são registrados nos cartórios da cidade a cada ano.
Noivos de fino trato ou de perfil modesto, eles têm um sonho em comum: que aquele seja o dia mais feliz de suas vidas. Aí entram as cerca de 1 000 empresas que compõem a "indústria das bodas" paulistana.
Floristas, banqueteiros, cerimonialistas, DJs, fotógrafos... Não faltam profissionais especializados em mimar pombinhos à beira do altar - e, claro, lucrar com seus serviços. Veja São Paulo consultou trinta dos mais requisitados para saber em que itens é possível cortar gastos para preparar um casamento bacana e econômico

Por Alvaro Leme e Giovana Romani
06.05.2009

Para economizar já na hora de pedir a mão da noiva: pequenas mudanças no tipo de metal ou nos quilates podem alterar drasticamente o custo da joia. O preço de um solitário da Tiffany, sonho de muitas moças, pode cair de 164 000 reais para 9 800 reais. "Bastam algumas mudanças em detalhes do diamante", conta a gerente-geral da joalheria no Brasil, Patricia Assui.

Ainda caro? Na própria Tiffany, por exemplo, dá para comprar um par de alianças de platina por 8 810 reais. As de ouro amarelo custam 4.940 reais o par. As de prata, 1 720 reais.
Entre os fabricantes nacionais, uma opção é a Casa Vasconcellos, no Jardim Paulista. O par de alianças de ouro sai por 800 reais. Com mais 400 reais, uma delas vem com um brilhante pequeno. "O jeito mais fácil de economizar é abrir mão de pedras preciosas", afirma a designer Carla Amorim, dona de uma rede de lojas que leva seu nome. "O casal pode acrescentá-las depois, nas comemorações de bodas."

Pequenas modificações fazem diferença nos convites. Primeira delas: trocar o alto-relevo – aquele em que as letrinhas saltam do papel – por impressões mais simples. O relevo americano é bacana e, em média, 40% mais barato.

A designer Cris Armentano, especializada em convites, oferece um modelo que prescinde do envelope. "Basta dobrar e fechar com uma fitinha", diz. A cada 100 unidades, economizam-se trinta folhas de papel.

Prefira papel nacional de boa qualidade. Pagam-se cerca de 4 reais por um pacote de 100 folhas, contra quase 7 reais do importado.

"Para meu pai topar bancar o casamento, eu me desdobrei para conseguir bons negócios. Cotei sozinha os preços: três fornecedores de cada item. Só não abri mão de um bufê bacana, de boas bebidas e de um excelente DJ. Depois de muita pesquisa, cortei gastos com doces, bem-casados, convites, decoração e vestido. Restringi o número de convidados a 360 pessoas, com prioridade para gente jovem. Gastei 80 000 reais a menos do que havia previsto."Vanessa Salem, 25 anos, produtora de moda. Casou-se em 14 de novembro de 2008

Escolha um modelo de convite existente no catálogo do fornecedor. Para criar um molde novo, gastam-se só nisso entre 200 e 300 reais.

Imprima uma quantidade 10% maior de convites para ter uma reserva. Sempre há o risco de esquecer alguém e a impressão de poucas unidades custa mais.
Caligrafia dos envelopes: letras clássicas ou moderninhas custam 2 reais (valor unitário). As góticas, cinco vezes mais.

Existe uma hierarquia nos vestidos de noiva. No topo da lista, reinam absolutos os feitos sob medida, com preço a partir de 15 000 reais. Apostar num modelo pronto diminui a conta para um terço do valor.

"Pus a mão na massa para economizar no meu casamento. Criei toda a identidade visual da festa, fiz a arte do convite, cozinhei e enrolei boa parte dos docinhos. Por fim, montei todas as lembrancinhas."Gisela Landi, 29 anos, designer. Casou-se em 30 de janeiro de 2009.

Esta é para noivas mais desencanadas: em vez de comprar, alugar o vestido. O primeiro aluguel – aquele em que a noiva manda fazer um vestido sob medida, mas depois o devolve à loja – sai por cerca de 6 000 reais. Subir ao altar com um que já foi usado custa metade desse valor.

Não é unanimidade, mas há quem se vire bem trocando renda francesa por americana. O metro da francesa, para compras em grande quantidade, custa a partir de 500 reais – gastam-se, em média, 7 metros num vestido. A opção americana começa em 200 reais.

Em vez de tecido 100% seda, dá para apostar em variações que levam poliéster. Mas cuidado com a proporção: 70% de seda é o mínimo. "É essencial manter o tom off-white ou pérola", aconselha o estilista Sandro Barros. "Muito branco pode entregar que foi barato."

Para poupar no véu, use tule com bastante volume. Ele ocupa bem o lugar da renda nesse caso.
Substitua grinaldas, coroas e tiaras por flores naturais ou artificiais bem delicadas. Caso faça questão de grinalda, alugue-a. Os preços variam de 200 a 4 000 reais.

Vai servir caipirinhas de vodca? Não tenha medo de usar bebida nacional. A marca top de linha produzida no Brasil é vendida por 13 reais aos fornecedores. A importada não sai por menos de 40 reais.

Hierarquia do preço do champanhe nos fornecedores: Dom Pérignon (560 reais a garrafa), Veuve Clicquot e Möet & Chandon (entre 150 e 200 reais). Usar somente bebida importada deixa o orçamento da festa pelo menos 20% mais caro. Existem boas alternativas entre os espumantes nacionais. A garrafa de Chandon sai por 40 reais. A de Salton, 25. Uma terceira opção seriam proseccos italianos, que custam a partir de 35 reais.

Nem todo mundo quer abrir mão do champanhe. Nesse caso, pode-se investir em drinques que levam a bebida, como kir royal e bellini. Daí, servi-la pura somente na hora de cortar o bolo.
Tire do fundo do baú as joias de família. "Além de chiques, as peças têm história", diz a joalheira Carla Amorim. "É a melhor ocasião para usá-las."

"Economizei 6000 reais do cachê do DJ e 3000 no vídeo, graças aos contatos da assessoria de casamento que contratei. Apenas um dos sete andares do meu bolo era verdadeiro. Deixei de gastar 1 800 reais porque eu mesma fiz."Roberta Gauss, 26 anos, confeiteira. Casou-se em 8 de novembro de 2008

2 comentários:

Carol disse...

Muito boa a matéria, Maga!!
Vou lá no site! =)

Bjão

Anônimo disse...

Nossa que legal flor.....bjos!

Está chegando o natal...